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Dopamina e vício em celular: por que o cérebro não consegue parar de rolar o feed
O que a neurociência e a TCC explicam sobre o uso compulsivo de telas “Só mais um pouco.” “Só mais um vídeo.” “Só mais uma olhada.” Quando a pessoa percebe, já passou uma hora — ou mais. O uso excessivo de celular não é apenas falta de disciplina. Ele envolve mecanismos profundos do funcionamento cerebral, especialmente relacionados à dopamina, ao sistema de recompensa e aos padrões comportamentais aprendidos. Na prática clínica, muitas pessoas relatam: dificuldade de parar d
psicovivianebilins
há 2 dias3 min de leitura


Por que descansar dá culpa?
A psicologia por trás da dificuldade de parar sem se sentir inadequado Para muitas pessoas, descansar não traz alívio — traz culpa. Elas até param, mas não relaxam. Assistindo a um filme, pensam no que “deveriam” estar fazendo. Deitadas na cama, sentem que estão desperdiçando tempo. Nas férias, carregam inquietação. A frase é comum na clínica: “Eu sei que preciso descansar, mas quando paro me sinto mal.” Descansar, que deveria ser necessidade biológica básica, tornou-se para
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9 de mar.3 min de leitura


Como Reconhecer Manipulação Emocional
Os sinais sutis que confundem, culpabilizam e enfraquecem sua percepção de si mesmo Manipulação emocional raramente é explícita. Ela não começa com gritos ou ameaças claras. Na maioria das vezes, ela aparece de forma sutil: em comentários ambíguos, inversão de culpa, silêncio estratégico ou demonstrações de afeto condicionadas. A vítima costuma sair de interações pensando: “Será que eu exagerei?” “Talvez a culpa seja minha.” “Eu entendi errado.” “Eu estou sendo sensível demai
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3 de mar.3 min de leitura


Burnout Silencioso: quando você não está triste, só está vazio e exausto
O esgotamento emocional que não aparece como crise, mas como apagamento Muitas pessoas acreditam que o sofrimento emocional sempre vem acompanhado de tristeza intensa. Mas, na prática clínica, é comum encontrar outro tipo de dor: aquela que não chora, não explode e não “desmorona”. Ela apenas esgota. O burnout silencioso é justamente isso: quando a pessoa continua funcionando por fora, mas por dentro sente que perdeu energia, motivação e sentido. Ela trabalha, responde, reso
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24 de fev.3 min de leitura


LIMITES: Por que dizer “não” dói tanto?
O custo psicológico de agradar e o caminho para construir limites saudáveis Dizer sim pesa. Dizer não assusta. Mas libertar-se exige coragem. Dizer “não” deveria ser uma habilidade simples: uma escolha baseada em tempo, energia e prioridade. No entanto, para muitas pessoas, estabelecer limites provoca desconforto intenso — culpa, ansiedade, medo de rejeição e sensação de egoísmo. Na prática clínica, isso aparece em frases como: “Eu sei que não posso, mas não consigo negar.” “
psicovivianebilins
17 de fev.4 min de leitura


Quando as Férias Afetam a Saúde dos Filhos
As férias escolares são fundamentais para o descanso físico e emocional de crianças e adolescentes. No entanto, quando esse período é marcado por excessos e ausência total de limites, alguns hábitos podem impactar negativamente o desenvolvimento, o sono, o metabolismo e o comportamento dos filhos. O desafio não está em manter uma rotina rígida, mas em preservar estrutura mínima, previsibilidade e equilíbrio , fatores essenciais para a saúde integral das crianças e adolescente
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2 de jan.3 min de leitura


A Verdade Sobre a Melatonina: Por que Ela Não Faz Você Dormir — e Como Usá-la da Forma Correta
A melatonina se tornou um dos suplementos mais populares para quem sofre com insônia ou dificuldades para “desligar” à noite. Porém, o que muitos não sabem é que a melatonina não funciona como um sedativo — e tomá-la de forma inadequada pode gerar frustração, baixa eficácia e até piorar o ciclo sono–vigília. Neste artigo, vamos explicar de forma científica, clara e útil o real papel da melatonina no organismo, por que tantos a utilizam de maneira errada e o que realmente at
psicovivianebilins
15 de dez. de 20253 min de leitura


O Custo Psicológico de Tentar Dar Conta de Tudo: Por que Fazemos Isso e Como a TCC Ajuda a Quebrar o Ciclo
A sensação de ter que “dar conta de tudo” — agradar, produzir, corresponder, não decepcionar — tem se tornado um fenômeno clínico cada vez mais frequente nos consultórios. Não se trata apenas de cansaço: estamos falando de um padrão psicológico sofisticado, sustentado por crenças profundas, esquemas formados na infância e comportamentos aprendidos que se repetem ao longo da vida. Do ponto de vista da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e da Teoria dos Esquemas, esse padrão
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23 de nov. de 20253 min de leitura
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